Gravação DVD 20 Anos-Zezé di Camargo & Luciano
"Zezé di Camargo & Luciano"
"20 anos de sucesso - Gravação do DVD"

Dizer que Zezé Di Camargo e Luciano subirão ao palco para celebrar um feito de 20 anos atrás seria cometer certa imprecisão no uso dos tempos verbais.

O que se dará no dia 13 de setembro, no Golden Hall, em São Paulo, será a celebração não só do que aconteceu, mas, efetivamente, do que vem acontecendo desde então. Era o caso de imaginar que, a essa altura, os artistas já tivessem se habituado a estampar ao menos uma canção (quando não três ou quatro), todo sagrado ano dessas duas décadas, no ranking das mais tocadas do País.

É o que agora se consuma mais uma vez com "Mentes Tão Bem", música do mais recente disco da dupla, atualmente a mais executada em todo o Brasil.

Mas, que sorte a nossa, eles não se acostumam a tanto. A capacidade de Zezé Di Camargo e Luciano em se surpreender a cada acorde e a cada sucesso é o que os motiva, afinal, a surpreender seu vasto público e a seduzir novos ouvidos dia após dia, nesses 20 anos que se passaram desde "É o Amor".

Desafio será fazer caber em um DVD cada lembrança das surpresas que escreveram essa história e, luxo a que poucos artistas se dariam em ocasião similar, das que ainda estão por serem escritas: sim, a noite reserva a apresentação de algumas obras inéditas, e tudo somado, lá se vão mais de 20 músicas. Montado em 360 graus para o tributo, o palco do Golden Hall, no WTC, em São Paulo, será testemunha de um repertório milimetricamente selecionado por Zezé e Luciano.

A ver e ouvir, os próprios vão interpretar "Zezé Di Camargo e Luciano". Isso mesmo, música que leva o nome dos dois filhos de Francisco, feita em homenagem aos 20 anos pelo amigo, cantor e compositor Edson (ex parceiro do Hudson). Em clima de flash Bach, vem "Pra Mudar a minha vida", "Menina Veneno", "Toma Juízo", "Preciso ser amado", "Na Hora H" entre outras.

Virá então "Pra Desbotar a Saudade" (do primeiro disco, em 1991) e, com seus versos, a presença de uma cantora digna de ser denominada como participação especial: é Paula Fernandes quem será chamada à boca de cena para se apresentar com os anfitriões.

E como tantas notas se recusariam a ocupar o mesmo lugar no espaço em uma só noite, um pot-pourrit há de contemplar um bom bocado do repertório a ser saudado, mas não só a ser lembrado. Lá estarão ainda as inéditas “Meu Nenê, Meu Bebê, Minha Vida” e “Sonhos de Amor”.

A ocasião ainda nos reserva uma audição em arranjo acústico para a regravação de "Labirinto", de Christian e Ralph, seguida pela mais ouvida canção do momento no Brasil, "Mentes Tão Bem", e das inéditas "Portas e Janelas", "Você é Minha Vida" e," Eu Quero é Mais".

À plateia, uma dica: dose sua energia para não perder a voz antes do final. A contagem regressiva não prevê nada menos que "No Dia em Que Saí de Casa", música que leva o mais avisado dos espectadores à comoção em "2 Filhos de Francisco", o filme que atraiu quase seis milhões ao cinema em 2005, tendo a história dos irmãos de Pirenópolis em foco. E, claro, embrião de todas essas crias, "É o Amor" faz papel de quase epílogo do show, antecedendo "Você Vai Ver", em novo arranjo e um grand finale cheio de surpresa em produção para a ocasião.

O espetáculo tem cenografia assinada de Zé Carratu, com direção de Oscar Rodrigues e produção em parceria entre a ZCL, escritório da dupla,e a T4F. A direção musical traz arranjos do maestro Hélio Bernal, que acompanha os artistas há exatos 20 anos. A iluminação traz um show à parte sob a ótica de Vanderlei Carregã. Já Casagrande, também da ZCL, assume a supervisão e produção executiva.

Como bônus, a dupla grava ainda em estúdio "Em Algum Lugar do Passado", "Sacramentado" e "O Meu Olhar".

Do dia em que saí de casa pra cá...

Fosse o caso de contar histórias em números, teríamos nessa trajetória uma infinidade de dígitos a enfileirar. São 35 milhões de cópias vendidas para 21 álbuns (sendo 18 de carreira, dois em espanhol e um duplo ao vivo). Na estante, os dois acomodam modestamente três estatuetas de Grammy Latino – por Melhor Álbum de Música Sertaneja (2004) e por Melhor Álbum de Música Romântica (2005 e 2010). Ainda em 2004, foram premiados pela ABL, sim a Academia Brasileira de Letras, como Melhor Dupla. Some a isso 4 troféus na categoria de Melhor Dupla de Canção Popular, do Prêmio Tim de Música (2006, 2007 e 2009) e outros dois por 2010 e 2011, quando a contemplação passou a se chamar Prêmio da Música Brasileira. Em pesquisa encomendada pelo Instituto da Cidadania e pela Fundação Perseu Abramo em 2004 para traçar o perfil da juventude brasileira, Zezé e Luciano foram apontados como os “artistas preferidos” dos entrevistados entre 15 e 24 anos. Ali estava, aos 13 anos de carreira de ambos, toda uma geração que havia crescido ao som de É o Amor. Em julho de 2007, estudo do Datafolha indicou Zezé Di Camargo e Luciano como os artistas mais populares e mais escutados do Brasil. E em julho de 2011, de novo e de novo, Zezé e Luciano encabeçam o DataFolha como artistas preferidos em São Paulo, o Estado.

São números que encontram espelho nas platéias de cada show, numa agenda que soma algo em torno de 120 espetáculos por ano, com 30 mil pessoas, em média, para cada apresentação.

História boa para contar, amém, eles têm de sobra. A vida de 2 dos filhos de Francisco se desdobra em detalhes capazes de causar inveja no mais elaborado dos romances ficcionais, com a vantagem de ser tudo uma grande crônica da vida real. O site da dupla (www.zezedicamargoeluciano.com.br) narra cada esquina desde que esses meninos saíram de casa, e isso, vá lá, tem mais de 20 anos.

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