Bruna & Keyla lançam 1º CD de inéditas pela Sony Music
CD Bruna & Keyla

Queijo com goiabada. Pão com manteiga. Mamão com mel. A combinação é tão boa que fica difícil imaginar um sem o outro. Se uma mosca invadisse a casa de Bruna, em junho de 2011, incluiria mais uma combinação à lista.

Pois foi em uma tarde há dois anos que as duas sentaram juntas pela primeira vez para falar da possibilidade de se unirem em dupla, e dali já saíram quatro músicas – quatro das que formam este CD, Bruna & Keyla, o belo debute das mineiras.

Antes do encontro, cada uma rodava a TV em apresentações – Bruna no programa do Raul Gil, onde se apresentou como caloura por mais de ano; Keyla, no Ídolos, e quando foi chamada para o mesmo Raul Gil já estava com a dupla formada e foi assim que seguiram no “Mulheres que Brilham”, que as levou para a Sony.

Quer dizer, não foi exatamente assim, como você pode conferir no disco. Bruna vem de trajetória no canto lírico e posteriormente em apresentações em bailes e conjuntos de axé. Keyla vem de estrada mais intimista. Inspirada pelo violão do pai em casa, fez o circuito de barzinhos de sua Belo Horizonte.

Em Bruna & Keyla, apresentam todas essas cartas. “Nos shows aprendo muito com ela esse lance de conduzir a galera, essa coisa pra cima”, diz Keyla. “A gente se complementa mesmo”, aponta Bruna. “Ela com essa formação mais romântica traz um balanço para nosso trabalho como dupla”.

Isso fica explícito de cara. O disco abre com uma composição do produtor Dudu Borges em parceria com Jorge Barcelos, “Que Bom Seria”, uma balada romântica com arranjos lindos e conduzida por teclado.

Na sequência, a sanfona dá a pista do forró/sertanejo que vem, “Risada”, e sem perder o fôlego na terceira música os dois universos colidem numa balada de piano/teclado e sanfona, “Aposta”.

Eduardo Costa é o convidado especial da linda “Vem me Completar”, dona de arranjo de cordas primoroso, e eleita a primeira música de trabalho do álbum. E o trabalho volta a ficar dançante na sertaneja “Pra Mim Já Deu”, a primeira que assinam no disco.

Tem pop rock para dançar também, com “Sai da Reta”, e, claro, sertanejo igualmente pra dançar na sugestiva “Não Bebo, Não Saio, Não Traio”. Ensanduichada entre as duas, a balada de violão “Nem Por um Segundo”, mais uma que leva a assinatura da dupla.

Criam dois pop rocks/sertanejos em “Nunca Por Você” e “Não Dou, Não Dou”, com balada entre elas em que mostram todo alcance de voz, “Rival”. Esta última é original de Anthony Santos e Maria Alberta Dominguez Zarzar, sobre a qual fizeram versão.

Tem a brincadeira com o fato de serem duas meninas bonitas que não fazem questão nenhuma de serem vistas como tais, mas pela capacidade de fazer música boa que têm, “Clube da Luluzinha”, com toques de sertanejo de raiz sobre forró.
Aí o disco entra em reta final com os violões suaves de “Sem Razão” e fecha dançante, pra cima, aforrozado com “Desapegada”.

Tento extrair o segredo de tão bem sucedida união e Bruna resume muitíssimo bem: “Só queríamos que o trabalho trouxesse nossa verdade”. Frase que poderia muito bem ter vindo de Keyla, pois foi o tom da conversa com ela sobre o trabalho. Ou foi Keyla que falou isso? Pouco importa, pois as duas vozes se tornam uma quando a combinação é boa assim.

Por Luiz Pimentel, Maio de 2013

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