Chitãozinho & Xororó fazem parceria com grupo japonês Begin
Chitãozinho & Xororó fazem parceria com grupo japonês Begin

Encontro inédito marca as comemorações dos 120 anos do tratado de amizade entre Brasil e Japão e deve resultar em CD com previsão de lançamento em novembro de 2015

Para celebrar os 120 anos da assinatura do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre Brasil e Japão, a dupla Chitãozinho & Xororó e a banda japonesa Begin realizam em um encontro musical inédito em novembro.

O projeto, intitulado Intercâmbio Musical, é uma ideia inusitada com direção artística dos produtores Hidenori Sakao e Ney Marques de reunir grandes nomes dos dois países.

Com a participação da dupla sertaneja, o trio japonês gravará um CD comemorativo, que será lançado ainda em 2015 com dois singles: o trio de Okinawa cantará “Evidências”, hit do repertório da dupla, em japonês, e os artistas sertanejos interpretarão a música “Nada Sou Sou”, dos artistas japoneses, em português.

Além da parceria com Chitãozinho e Xororó, o grupo Begin realizará três apresentações no Brasil – dois shows gratuitos na 13ª edição do Okinawa Festival, uma das maiores festas da zona leste de São Paulo, no sábado, 7 de novembro, às 20h, e no domingo, dia 8, às 19h, no Clube Escola Vila Manchester (Praça Haroldo Daltro, s/nº, Vila Manchester), além de um show somente para convidados no Tom Jazz na terça (10/11).

Sobre Begin
Natural da ilha de Ishigaki, em Okinawa, o trio japonês que completa 25 anos de carreira em 2015 vem pela terceira vez ao Brasil – as outras passagens pelo país foram em 2011 e 2013, com shows que reuniram público estimado em 12 mil pessoas. O grupo surgiu no cenário musical japonês em 1990 com o single “Koishikute” e desde então já lançou mais de 30 discos. Seu mais recente disco, “Tropical Foods” (2012), conta com ritmos brasileiros, como samba e choro, que os músicos tiveram contato em sua mais recente apresentação no país. O repertório da banda passeia por ritmos tradicionais de Okinawa, rock e pop e suas músicas retratam aspectos do arquipélago, principalmente relacionadas às tradições culturais, além de canções com grande preocupação na preservação de recursos naturais e do meio ambiente. A banda costuma utilizar instrumentos musicais típicos de sua região, além de criar seus próprios instrumentos com o objetivo de disseminar a música como elemento de inclusão social. Anualmente, o Begin organiza um festival, chamado Utá No Hi (Dia da Música). Todo o valor arrecadado no evento é destinado a compra e envio de instrumentos musicais a crianças carentes pelo mundo. Com o objetivo de promover o intercâmbio cultural por onde passa, além de shows, o grupo também organiza seminários e workshops de música e instrumentos tradicionais japoneses, ocasiões em que os músicos buscam conhecer e aprender ritmos locais para utilizar em suas composições.

Sobre Chitãozinho e Xororó
Com 45 anos de carreira, os ícones da música sertaneja acumulam a marca de 37 milhões de discos vendidos, 37 álbuns inéditos, oito DVDs, três prêmios Grammy, centenas de discos de ouro, platina e diamante, entre outros muitos feitos como serem os primeiros sertanejos a tocar em rádios FM no Brasil, a incluir banjos e guitarras elétricas neste estilo musical e os pioneiros do gênero sertanejo a colocar o país no topo das paradas da Billboard. A paixão pela música começou ouvindo o pai, “seu Marinho”, cantando com “dona Araci”, mãe da dupla. Festas juninas e clubes de Rondon, no Paraná, eram palco das apresentações. O primeiro lugar no show de calouros de Sílvio Santos veio com “Besta Ruana”, de Tonico & Tinoco, ainda como “Irmãos Lima”, nome artístico da dupla até o radialista Geraldo Meirelles rebatizá-la de Chitãozinho & Xororó, nome de um grande sucesso de Athos Campos e Serrinha, composto em 1947, que falava de aves brasileiras. Com este ‘novo’ nome, gravaram o primeiro disco, Galopeira, em 1970. Eles começaram a colher os primeiros resultados em 1978 com 60 Dias Apaixonados ao conquistarem o primeiro disco de ouro da carreira. Dois anos depois, triplicaram as vendas com Amante Amada e levaram para casa disco duplo de platina. Mas foi com Fio de Cabelo, do álbum Somos Apaixonados, de 1982, que aconteceu a grande explosão da dupla. A música estourou nas rádios e o disco alcançou o número de 1,5 milhão de cópias vendidas, tornando-se um marco na carreira da dupla e rompendo as barreiras do preconceito contra o sertanejo. A partir daí, eles tiveram o privilégio de deixar dezenas de clássicos na história da música sertaneja como Se Deus Me Ouvisse, Fogão de Lenha, No Rancho Fundo, Evidências e Nuvem de Lágrimas, entre outras. Atualmente, a dupla roda o Brasil com três turnês: “Pura Emoção”, que reúne grandes sucessos da carreira; “No Tom do Sertão”, show baseado no mais recente disco em homenagem ao maestro Tom Jobim; e as apresentações com a dupla Bruno & Marrone.

Sobre os produtores:

Hidenori Sakao
Músico, locutor, ator, produtor e diretor musical, foi o pioneiro nas ações de intercâmbio musical entre o Brasil e Japão. Ainda no Japão, conheceu e se apaixonou pela música brasileira, mas naquela época não havia discos do gênero disponíveis em sua terra natal. Querendo conhecer e estudar a música, Sakao resolveu imigrar para o Brasil e a partir daí lançou vários artistas brasileiros no Japão como Jorge Ben, Elizete Cardoso, Johnny Alf, Osvaldinho da Cuíca e Elza Soares, entre outros. Em contrapartida, também produziu inúmeras apresentações de artistas japoneses no Brasil, mais de 20 LPs e CDs, lançou 4 livros e participou de diversos comerciais de TV. Durante 25 anos, foi assessor cultural do consulado geral do Japão em São Paulo. Hoje, aos 84 anos, continua trabalhando para manter e ampliar a divulgação da música popular brasileira no Japão.

Ney Marques
Bandolinista, guitarrista, violonista, arranjador, produtor e diretor musical, Ney Marques é músico há mais de 25 anos e começou a carreira trabalhando com Ney Matogrosso. Desde então, acompanhou músicos como Francis Hime, Peninha, Maria Gadu, Ed Motta, João Carlos Martins, Jolie Jones (filha do produtor Quince Jones), Chitãozinho e Xororó, Sérgio Reis, Arnaldo Antunes, Vitor e Leo, Sandy e Dudu Nobre, entre outros.Trabalhou por 17 anos como diretor musical da dupla sertaneja Leandro e Leonardo. No final de 2009, trabalhou como diretor musical do primeiro encontro da música clássica com a música sertaneja, quando a dupla Chitãozinho e Xororó tocou com a Orquestra Filarmônica Bachiana Filarmônica SESI-SP, sob a regência do maestro João Carlos Martins. Em 2014, junto com o maestro João Carlos Martins, fez a trilha do filme “A Grande Vitória”, que rendeu o prêmio de melhor trilha sonora do Festival de Cinema de Los Angeles. Ainda em 2014, foi produtor musical, junto com Edgard Poças e Cláudio Paladini, do disco “Tom do Sertão”, de Chitãozinho & Xororó, em homenagem ao maestro Tom Jobim.

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